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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Alegria de Servir - S. Vicente de Paulo




 

                                 ALEGRIA DE SERVIR

   

                                             
27 de setembro:                                       SÃO VICENTE DE PAULO

 "Na festa da Exaltação da Santa Cruz, 14 de setembro de 2003, João Pubben e irmã Vanda de Araujo lançaram, no Recife, um livrinho com o título "ALEGRIA DE SERVIR". Numerosos desenhos de Assuero Gomes mostram São Vicente em várias circunstâncias. O santo era uma personalidade criativa e rica. Ele foi apresentado, em palavras e imagens, para a Comunidade de Dois Unidos.

Ele continua sendo celebrado no mundo inteiro como o grande Santo da misericórdia e do amor para com os irmãos, principalmente os necessitados, mas, também, como inspiração e animação para os que desejam trilhar suas pegadas".

 



 


domingo, 30 de setembro de 2012

SOLIDARIEDADE




 
 
 
SOLIDARIEDADE

 

Jesus foi solidário, e é ainda, e será eternamente.

A solidariedade é o contrário da solidão. A solidão é na verdade, um dos sofrimentos mais terríveis que o ser humano pode sentir. A solidariedade transporta você para junto do outro. Quando se está junto, dividimos nossas preocupações e nossos problemas, é como se trocássemos os pesos nossos de cada dia por um pedaço fraterno de pão.

A solidariedade nos torna mais humanos, e quando somos mais humanos, mais nos aproximamos de  Deus.

Fomos feitos à imagem e semelhança de Deus, e o Pecado deformou essa imagem, no entanto, Jesus, solidário com nossa natureza humana, se tornou como um de nós, e nos ensinou o caminho de regresso ao convívio amoroso do Pai.

Só chegamos ao Pai, se formos todos juntos como irmãos verdadeiros. É a solidariedade que nos torna irmãos.

Maria foi solidária todo o tempo. Com sua família, com suas amigas, com sua pequena comunidade de Nazaré, com os amigos de Jesus e finalmente com todos os que fazem a verdadeira Igreja/comunidade de fé.

Notou que sem solidariedade nos afastamos de Deus Pai, de Jesus, de Maria, da Igreja, de nossos irmãos e irmãs, e ainda nos tornamos menos humanos?

Uma santa e um santo, comuns como nós, que foram se descobrindo cada vez mais humanos e cristãos através da solidariedade para com os pobres e miseráveis, foram Luísa de Marillac e Vicente de Paulo, tão conhecidos de nossa comunidade. Eles nos deram exemplos concretos de solidariedade, e através dos tempos mudaram a vida de milhões de pessoas, mostrando a verdadeira face de Cristo no meio de nós.
 
Assuero Gomes

 

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Podeis comungar!


 
                                                "O prato de Deus é a Fome do Pobre!"
 
 
 
 
 
Podeis comungar!

 

Uma das maiores contradições da religião cristã, de denominação católica apostólica, do rito romano, é a pouquíssima freqüência dos seus seguidores à celebração eucarística. Imagino que, se apenas 10% de todos os batizados participassem dela, não haveria nem templos nem espaço para tanta gente. Merece um aprofundamento essa questão que me parece crucial, tendo em vista ser a refeição eucarística o núcleo vital da nossa vida pessoal, eclesial, espiritual e missionária. Hoje, no entanto, gostaria de deter-me em outra questão, também vital, e que é como um “escândalo” para nossa Igreja, ou deveria sê-lo: dos raros cristãos e cristãs que vão à celebração, menos, muito menos da metade, participam da refeição propriamente dita.

A missa, como comumente é chamada, consiste basicamente de dois momentos: a partilha da palavra e a partilha da carne e do sangue de Jesus. Toda a cerimônia se inicia com o ato penitencial, onde individual e comunitariamente se pede perdão a Deus pelas faltas cometidas e se recebe o perdão através desses ritos iniciais. Este perdão é sacramental. Penso que a grande maioria de nós católicos e católicas não acredita nesse perdão ou não o valorizam, pois, continuo pensando, não nos aproximamos da mesa eucarística para receber o pão e o vinho consagrados, por pensarmos não estarmos `purificados´ pelas faltas que cometemos no dia a dia de nossas vidas. Devido a uma catequese errada que recebemos desde a infância, onde se valoriza sobremaneira o Deus que castiga, o pecado, a tentação, o inferno em detrimento ao Pai misericordioso, ao Filho que já sofreu por nós tudo o que deveríamos ter sofrido, à graça plena e abundante do Espírito, ao perdão amoroso, ao paraíso que deveríamos já estar vivenciando, ali na presença viva de Jesus.

Outra coisa muito importante que devemos ter sempre consciência, como cristãos e cristãs adultos que somos, é que a instituição não é a proprietária da eucaristia, no máximo é a depositária, da qual deveria ser uma depositária fiel, e tantas vezes foi tão infiel, tal qual a esposa de Oséias (lembrem-se da Inquisição, da invasão e destruição dos povos nativos das Américas, da bênção sobre a escravatura, e tantas outras infidelidades a Cristo).

Para Jesus, para o cristão e a cristã, o nosso templo é o nosso coração. Nossa liturgia deve ser a do samaritano, e nossa liberdade deve ser medida pela nossa consciência.

Quando participo da sagrada Eucaristia, imagino que aquela mesa foi posta pelos pobres para toda humanidade, e Jesus ali presente, de braços abertos, se oferecendo amorosamente para seus irmãos e irmãs, chegando a sussurrar ao coração de cada um:

- Vinde benditos de meu Pai, para a festa que está preparada para vós desde a eternidade. Podeis comungar !

Assuero Gomes

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Alegria de Servir






INFORMATIEKCKLEINE COMPAGNIE OFFICIËLE MEDEDELINGEN

VAN HET PROVINCIALAAT LAZARISTEN

SEPTEMBER 2012 09/12

27 September, ST. VINCENT

Op het feest van de Verheffing van het Heilig Kruis 14 september 2003 werd door Jan Pubben en zuster

Maria Wanda in Recife een boekje uitgegeven met als titel Alegria de Servir.

Talrijke illustraties van Assuero Gomes tonen St.Vincent onder allerlei

omstandigheden. Zo was de heilige een creatieve en rijke, bijna onuit- puttelijke, persoonlijkheid. Voor de

gemeenschap van Dois Unidos, vastgelegd in woord en beeld.

Zo wordt hij gevierd over heel de wereld als de grote heilige van barmhartigheid en liefde voor de mensen,vooral voor hen die in nood zijn, maar ook als inspiratie en bemoediging voor hen die in zijn voetstappen willen treden.

Van maandag 17 tot zaterdag 22 september waren Chris Janssen en Vic Groetelaars op bezoek bij de Barmherzige Schwestern in Fulda.

Negen dagen voor het feest van St.Vincent, op 27 september, werd elke avond in een kort samenzijn het feest voorbereid.

De zusters behoren tot de federatie van congregaties die vooral in de 19
e eeuw vanuit Strassbourg zijn gesticht. Bij de herbronning van hun levensorde hebben zij elkaar gevonden en bewaren zij samen de personen van Vincent en Louise de Marillac als een bron van voortdurende inspiratie.

Ook wij vieren Vincent,die de wacht houdt voor het Missiehuis en die in de gang boven de deur,nog altijd de spreuk van de congregatie nog altijd duidelijk zichtbaar laat zijn:

EVANGELIZARE PAUPERIBUS MISIT ME.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O fim dos tempos, The end times, El fin de los tiempos, Die Endzeiten,В конце раза, La fin des temps...


 
 
 
 
 
 
O fim dos tempos

 

Terremotos, vulcões, maremotos, a Terra geme como em dores de parto. Guerras, extermínios, fome, peste, heresias, apostasias, destruição, sinais no cosmos, infanticídio, pedofilia, corrupção, roubo, assassinatos, tsunamis, drogas, a Terra emite sinais de exaustão e revolta.

Muitos se perguntam se o fim do mundo está às nossas portas.

Na teologia há um ramo de estudo que chamamos de escatologia, e que trata exatamente do final dos tempos. Os acontecimentos que ora presenciamos e nos angustiamos, na verdade sempre existiram, talvez em menor grau, mas como vivemos num mundo midiático de comunicação global em tempo real, tais eventos se apresentam mais terríveis ainda.

Na escatologia cristã alguns sinais são importantes. Através da leitura dos textos bíblicos, iluminados pela experiência pascal (encontro com o Ressuscitado) podemos concluir algumas coisas. Fica evidente que Jesus anunciou estes sinais cósmicos como premonitórios da escatologia, seguindo a linha profética e apocalíptica do seu povo judeu. Muito provavelmente tomou conhecimento e quiçá presenciou a destruição de Séforis, capital administrativa e centro cultural da Galileia, quando tinha em torno de 9 anos de idade (ficava a 7 km de Nazaré), que ficou marcada no seu inconsciente (a cidade foi destruída pelos romanos após um levante contra sua dominação). A pregação de Jesus, escrita somente após décadas de sua ressurreição, pelos evangelistas, teve influência da brutal destruição de Jerusalém pelos mesmos romanos no ano 70.

Há alguns sinais mais precisos, no entanto, que sinalizam para o “temido” final do mundo. Três me parecem fundamentais: o primeiro é quando todos os povos da terra tiverem ouvido a pregação cristã. No momento atual, talvez restem uns poucos habitantes da floresta amazônica, que estão neste grupo. O segundo é a (re)fundação do Estado de Israel em 14 de maio de 1948.

O terceiro, e mais fundamental de todos, seria o reconhecimento por parte dos filhos de Israel que Jesus é o Messias esperado.

Precisamos entender também a cosmovisão do Povo de Deus na época histórica de Jesus: a Terra seria como uma grande bandeja sobre o mar. Este por sua vez seria o habitat dos monstros infernais, o grande abismo. A Terra teria sobre si como uma abóboda de vidro, aliás, em sete camadas (daí sétimo céu) donde os astros celestes estariam dependurados (sol, estrelas, cometas, lua, etc...). Deus estaria como que sentado no seu trono acima da mais alta das camadas celestiais. Haveria ainda uma escada (a do sonho de Jacó) que ligaria a Terra aos céus.

Jesus reiterou algumas vezes sua segunda vinda (parusia), desta vez definitiva e em sua plenitude de glória. Aqui se fundem várias opiniões que tendem a juntar todos esses acontecimentos num só momento, predito já pelos antigos profetas de Israel e assumido até os dias de hoje por várias correntes do pensamento teológico. Seria o Dia do Senhor, o Dia de Yahweh , onde e quando dar-se-ia o Juízo Final, o Julgamento Final, e assim por diante.

Uma certeza, porém, é radical (de raiz) para os que praticam os ensinamentos de Cristo (seguidores ou não de alguma religião): o mundo tal como o percebemos hoje será transformado num novo céu e numa nova terra (outra dimensão?), onde o relacionamento de Deus e os seres humanos e todas as criaturas será pleno, pacífico, feliz, sem dor de qualquer natureza, sem morte, sem choro, em pleno convívio com o Criador. Um tempo de Amor manifesto e eterno.

Assuero Gomes

domingo, 16 de setembro de 2012

Pensamentos do Dom


 
 
                               Pensamentos do Dom
 
 
 
"Isto é o meu corpo" - quantos de nós, Senhor, admitimos ser chamados de "isto"?...

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Há terra suficiente para todos, assim como há alimento para todos. Mas, enquanto  o homem colocar o lucro como seu objetivo fundamental, não escaparemos jamais de absurdos gritantes como a superprodução de um lado, e a subnutrição de outro.

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Que nenhum problema de nenhum povo lhe seja indiferente. Vibre com as alegrias e esperanças de qualquer grupo humano. Adote como seus os sofrimentos e humilhações de seus irmãos de humanidade.
 

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Seja qual for sua condição de vida, pense em si e nos seus, mas torne-se incapaz de fechar-se  no círculo estreito de sua pequena família. Adote de vez, a família humana.
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