sábado, 11 de outubro de 2014
domingo, 28 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Aos sacerdotes, por Adriana Morais
Aos sacerdotes
Em um mundo tão conturbado, onde
acontecimentos diários nos fazem pensar que não há mais solução, a fé muitas
vezes fica abalada. Nesse momento busca-se Deus, contudo, eu me pergunto se as
pessoas encontrarão esse alento, essa fonte renovadora da fé em nossas igrejas.
Tenho receio dos rumos que a igreja segue enquanto seus representantes pensam e
agem de forma totalmente distorcida do que Jesus Cristo nos pede. Pensando nisso,
resolvo escrever a vocês padres e seminaristas.
Senhores sacerdotes, seres
humanos como todos os outros filhos de Deus, saibam que quando entramos em uma
igreja e participamos de uma celebração, queremos e precisamos nos sentir
acolhidos, afinal, estamos na casa de Deus e Ele é amor. Peço o favor de não
nos tratarem (“leigos”) como meros espectadores de suas homilias, não nos
tratem como se não soubéssemos ou pudéssemos fazer nada pela igreja, pelo
Reino. Não nos impeçam de atuar na construção deste Reino;
Não se coloquem acima dos outros
como se fossem melhores ou vão caminhar sozinhos, andem lado a lado com o povo,
assim como Jesus Cristo o fez.
Busquem ser instrumento
verdadeiro de vida, que suas palavras sejam expressão fiel de seus atos, não
precisam ser santos, mas que vivam conforme aquilo que vocês professam durante
a missa, pois, o Evangelho serve de orientação para nós e para vocês também.
Não virem as costas para o
sofrimento das pessoas, não façam das angústias, medos e dúvidas delas uma forma
de vocês mudarem de vida. Pelo contrário, acolham o sofrer do povo como sendo
de vocês, lutem, busquem, acreditem e estimulem. Pensem sempre que Deus se faz
presente na pessoa do próximo, então procurem sempre Jesus naqueles que se
aproximam e ou convivem ao seu redor.
Lembrem sempre que vocês são
referência para todos aqueles e aquelas que acreditam em Deus, que acreditam e
querem um mundo melhor. Então, que o trabalho de vocês seja de orientar e
caminhar como povo de Deus, do qual vocês também fazem parte, para que o Reino
aconteça entre nós. Não façam de suas homilias instrumento de vingança e
separação, mas que sejam momentos de fazer brotar a consciência, o amor, o
respeito, a fé. Que seus ensinamentos sejam inspirados por nosso Senhor Jesus
Cristo, afinal, é a Ele que vocês “representam”.
Lembrem que o principal é Jesus
Cristo, permitam que Ele apareça e não busquem, à custa d´Ele, se promover.
Vocês sabem que isso é errado.
Não vejam a igreja apenas como um
templo de pedras, que ela seja mais ampla, que ela seja refletida em cada
membro que dela participa e, com isso, chegue até aqueles que não acharam o
caminho.
Precisamos de sacerdotes que
queiram de verdade fazer o bem, cumprir a palavra de Deus, realizar realmente o
compromisso que assumiram para com Ele.
Aos seminaristas, futuros
sacerdotes, peço de coração, que sua vocação seja autêntica, verdadeira, que
não façam dessa decisão um meio de se promover ou sustentar. Não olhem para o
sacerdócio como “meio de vida”, não pensem em como tirar proveito da bondade
dos outros, e sim, como poderão ser sinal de bondade e justiça na vida das
pessoas.
O mundo precisa de pessoas
comprometidas e verdadeiras. Os filhos de Deus, que são confiados a vocês
esperam encontrar em vocês a acolhida e o companheirismo sério e justo para
continuarem acreditando que Deus está entre nós.
Permitam que o Deus da vida os
ilumine e os guie sempre.
Adriana Morais
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Filmes que você deve assistir antes de morrer
Filmes que você deve assistir antes de morrer:
O Grande Hotel
BUDAPESTE
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Lançamento
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3 de julho de
2014 (1h40min)
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Dirigido por
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Com
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Gênero
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Nacionalidade
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No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel
europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre
as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do
Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações
históricas durante a primeira metade do século XX.
O que chama a atenção do filme além do magnífico elenco é a narrativa
cinematográfica sem igual, original, de uma plasticidade incrível, resgatando o
cinema pelo cinema.
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Título original
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The Grand Budapest Hotel
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A Pele que Habito 93
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Lançamento
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4 de novembro
de 2011 (1h57min)
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Dirigido por
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Com
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Gênero
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Nacionalidade
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Sinopse e detalhes
Roberto Ledgard (Antonio Banderas) é um conceituado cirurgião plástico, que
vive com a filha Norma (Bianca Suárez). Ela possui problemas psicológicos
causados pela morte da mãe, que teve o corpo inteiramente queimado após um
acidente de carro e, ao ver sua imagem refletida na janela, se suicidou. O
médico de Norma acredita que esteja na hora dela tentar a socialização com
outras pessoas e, com isso, incentiva que Roberto a leve para sair. Pai e filha
vão juntos a um casamento, onde ela conhece Vicente (Jan Cornet). Eles vão até
o jardim da mansão, onde Vicente a estupra. A situação gera um grande trauma em
Norma, que passa a acreditar que seu pai a violentou, já que foi ele quem a
encontrou desacordada. A partir de então Roberto elabora um plano para se
vingar do estuprador.
Obra prima de Almodóvar.
O filme nos leva a uma reflexão profunda sobre os nossos relacionamentos
interiores e a aparência, sobre o domínio e o poder sobre o outro,
especialmente sobre a imagem exterior e interior. Narrado com suspense digno do
mestre.
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Título original
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La piel que habito
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Ano de produção
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
A fragilidade da vida
A fragilidade da vida
Embora vivamos mergulhados em vida, pois o universo respira
vida, há que se sentir como ela é frágil.
Trêmula, leve e fugaz qual uma chama por entre o vento, a
alegria e a solidão, a vida passageira insiste em si mesma. Às vezes a tempestade
leva o sopro e a vida se esvai abruptamente, deixando órfãos de esperança uma
família ou mesmo um povo inteiro.
Dolorosa a interrupção da vida, a saudade, o que se poderia
ter sido.
Em meio à fragilidade há que se elaborar o luto e dele tirar
forças para se constatar que a última palavra não é a da morte; por mais frágil
que seja, a Vida tem a última palavra, a última para ser a primeira.
A vida sobrevive nos pedaços das recordações amorosas de
quem fica e na memória afetiva de quem parte. Fica nos gestos, no carinho, na
perseverança. Fica na certeza que o Criador não nos fez para a morte, mas para
que tenhamos vida e Vida plena.
Na fragilidade é que a beleza e a fortaleza se manifesta.
O mistério não se mostra todo mas deixa antever como
fímbrias de luz em meio à escuridão, a certeza da plenitude da vida, sua
eternidade e sua plenitude, onde não há tempo nem dor, apenas luz e felicidade.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Luto por Pernambuco
Luto por Pernambuco
Algumas imagens valem muitas palavras, especialmente quando não conseguimos, ainda, elaborar o luto nosso de cada dia, e de um povo especial como é o pernambucano.
imagens de obras do Instituo Brennand
Algumas imagens valem muitas palavras, especialmente quando não conseguimos, ainda, elaborar o luto nosso de cada dia, e de um povo especial como é o pernambucano.
imagens de obras do Instituo Brennand
domingo, 10 de agosto de 2014
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